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5 tecnologias polêmicas de aplicativos que podem invadir sua privacidade | Segurança – [Blog GigaOutlet]


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Tecnologias como rastreamento de localização e reconhecimento facial podem tornar os aplicativos práticos, mas também podem deixar o celular exposto e invadir a intimidade de usuários. Desde a polêmica do Facebook com o escândalo de privacidade da Cambridge Analytica, esse tema ganhou importância, e é preciso cada vez mais prestar atenção aos dados que fornecemos a aplicativos e outros serviços online. Confira, na lista a seguir, cinco tecnologias presentes em apps que podem invadir a sua privacidade, e saiba como proteger seus dados na Internet.

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Confira funções de apps que podem ser invasivas e colocar seus dados em risco — Foto: Luciana Maline/TechTudo

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1. Rastreamento de localização

Alguns aplicativos exigem que o usuário ative a localização do celular para acessar os serviços do app. Embora informar esses dados seja necessário no caso de programas de visualização de mapas e de transportes, essa tecnologia pode ser controversa. Por exemplo, aplicativos espiões são usados para rastrear namorados e funcionários e trazem riscos à privacidade das pessoas, já que, além da localização, podem captar várias outras informações das vítimas, como contatos, conversas em mensageiros e tudo o que é digitado no teclado.

O debate de rastreamento de usuários está em alta no momento, com o grande número de softwares criados para acompanhar a disseminação da Covid-19. Segundo análise do MIT, a maioria dos aplicativos de rastreamento de contágio do novo coronavírus não informa de forma transparente o destino das informações dos usuários. Para evitar esse tipo de exposição, recomenda-se desativar a localização em tempo real do celular, e usar o recurso apenas quando realmente necessário.

Desative sua localização nas configurações do aparelho, é possível ativar novamente apenas quando necessário — Foto: Reprodução/Marcela Franco

2. SDK (kit de desenvolvedor)

Outro exemplo mais recente de invasão de privacidade aconteceu com o Zoom, segundo reportagem do site americano de tecnologia Motherboard em março. O SDK do Facebook, presente no aplicativo de videoconferências para iPhone (iOS), permitia que os serviços compartilhassem dados de usuários do sistema da Apple. Após o caso vir à tona, o Zoom removeu o SDK do Facebook das configurações do app.

Para evitar a troca de dados de serviços diferentes, o ideal é sempre criar uma conta nova ao se cadastrar em um aplicativo. A opção de usar um e-mail e senha diferentes impede a vinculação logins de outros serviços.

Evite logar em aplicativos com contas de outras redes — Foto: Reprodução/Marcela Franco

Por isso, é importante seguir algumas dicas para reconhecer se um vídeo, foto ou áudio na verdade trata-se de um deepfake. É possível detectá-lo por movimentos da face e do cabelo, que costuma ficar fixo e não se mexer muito nos vídeos falsificados. Além disso, políticos costumam ser alvos desse tipo de produção, de forma que é preciso checar em veículos oficiais se determinada figura pública realmente deu a declaração exposta no vídeo. Ainda, vale fazer uma busca em mais de um site para confirmar se a foto ou vídeo em questão aparece em outros portais confiáveis.

Aplicativos de deepfake podem confundir usuários — Foto: Pedro Vital/TechTudo

Reconhecimento facial permite ler o rosto de pessoas para identificá-las ou classificá-las de acordo com os critérios requeridos pelo serviço. No Facebook, por exemplo, seu objetivo é reconhecer o usuário em fotos para facilitar a marcação automática em imagens. A função divide opiniões, já que a biometria facial é um dado sensível de ser armazenado, uma vez que não tende a mudar (diferente de senhas alfanuméricas).

Desative o reconhecimento facial nas configurações do Facebook — Foto: Reprodução/Marcela Franco

5. Registro de atividades no celular

Um dos sinais mais comuns é o aumento no uso de dados móveis, pois essas ferramentas usam a Internet para enviar informações sobre o alvo a terceiros. Além disso, é preciso observar se o celular apresenta algum aplicativo que não tenha instalado ou se recebeu mensagens desconhecidas. O rápido consumo da bateria também pode ser considerado um indício.

Para se proteger, procure colocar uma senha no seu celular e guardar o código somente para você, evite baixar aplicativos de fontes externas, verifique os aplicativos instalados no seu celular periodicamente e atualize o antivírus do smartphone constantemente.

É possível proteger o celular contra stalkerwares — Foto: Paulo Alves/TechTudo

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Fonte: www.techtudo.com.br |

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