“A Apple vende mais relógios do que toda a indústria suíça exporta” – [Blog GigaOutlet]


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Na aparência, o novo Tag Heuer Connected, que custa a partir de R$ 9.310, não deve nada aos aparelhos com ponteiros da grife suíça, pertencente ao grupo LVMH desde 1999. Com caixa de titânio ou aço inoxidável, a novidade preserva os detalhes característicos dos cronógrafos da marca, a exemplo dos encaixes facetados. Pode ser pareado com fones de ouvido wireless e tem 8 GB de memória para armazenar músicas do Spotify e aplicativos como o Google Pay. O microfone localizado no lado esquerdo da caixa permite acionar o tradutor do Google e o conhecido assistente virtual do buscador.

Desenvolvido pela grife, um aplicativo integrado ao GPS e ao monitor de batimentos cardíacos, entre outros sensores, ajuda praticantes de corrida, caminhada, ciclismo, musculação e golfe a computar resultados e melhorar suas performances. Diretor de estratégia e do departamento digital da TAG Heuer, Frédéric Arnault conversou com a EXAME sobre a novidade antes da pandemia do coronavírus. Ele é o quarto filho de Bernard Arnault, presidente e acionista majoritário da LVMH, além de o quarto mais rico do mundo.

Frédéric Arnault, diretor de estratégia e do departamento digital da TAG Heuer Frédéric Arnault, diretor de estratégia e do departamento digital da TAG Heuer

Frédéric Arnault, diretor de estratégia e do departamento digital da TAG Heuer (TAGHeuer/Divulgação)

O que o novo smartwatch representa para a marca?

Em 2015, a TAG Heuer foi pioneira na categoria de luxo de relógios conectados e imediatamente embarcou em uma perspectiva de longo prazo. O Modular 45, de 2017, o Modular 41, de 2018, e o Golf Edition, de 2019, foram todos muito bem-sucedidos. Realmente superaram nossas expectativas e nos permitiram trazer avanços tecnológicos. Hoje, temos um know-how único no universo da relojoaria e uma verdadeira expertise em tecnologia digital. Foram nossas próprias equipes que desenvolveram a grande novidade desta terceira geração: uma experiência digital imersiva que incorpora os valores e a estética da marca, focada em esportes e performance. Isso tudo permite que a TAG Heuer se reinvente no mundo digital e ofereça infinitas possibilidades de inovação no futuro.

A terceira geração de nosso smartwatch é, antes de tudo, uma conquista impressionante de nossas equipes sobre esse tipo de produto, o que reforça nossa posição de liderança no segmento de luxo. Também representa imenso potencial, é claro, na aquisição de novos clientes e no crescimento geral dos negócios. E, de maneira geral, sinaliza a abertura de um novo capítulo para a marca, e estamos só no começo.

Quais são as principais funcionalidades do novo TAG Heuer Connected?

Sabemos que é um mercado muito competitivo, mas o novo TAG Heuer Connected oferece uma proposta de valor que realmente nos diferencia: primeiro seu refinamento, a atenção aos detalhes, a escolha dos materiais e acabamentos, a manufatura e, em particular, a elegância associada à tradição da relojoaria suíça, que aprimora o design físico e digital. No que diz respeito ao esporte, o novo smartwatch ganhou um novo aplicativo, desenvolvido inteiramente por nós. É o companheiro do desempenho diário de nossos clientes e apoia o estilo de vida saudável e ativo.

Por último tem a questão da versatilidade. Graças ao design atemporal e às opções de personalização, que incluem uma variedade de mostradores e braceletes intercambiáveis, o relógio é adaptável a qualquer situação. Um evento formal, um dia no escritório ou uma corrida de fim de semana. Dá para usá-lo em qualquer circunstância com orgulho.

Por que diversas marcas de luxo ainda resistem aos smartwatches?

Eles crescem desde que apostamos no segmento, em 2015. A Apple vende mais relógios do que toda a indústria suíça exporta. Alguns enxergam isso como uma ameaça, mas consideramos uma oportunidade incrível, de atingir novos públicos e expandir os negócios. O potencial é ilimitado e, à medida que a tecnologia avança, estamos descobrindo novos usos.

A área de saúde, fitness e esportes, que estamos abordando de maneira única com o novo TAG Heuer Connected, é definitivamente estratégica para o crescimento. No entanto, para oferecer uma experiência digital fiel à nossa marca, tivemos que fazer investimentos significativos. Começando do zero, juntamos talentos com recursos que não encontram paralelo no setor de relógios de luxo. Há uma barreira desafiadora para a entrada de outras marcas.

Relógio Tag Heuer Connected Relógio Tag Heuer Connected

Relógio Tag Heuer Connected (TAGHeuer/Divulgação)

O alvo do novo TAG Heuer Connected são os clientes tradicionais da marca?

Acreditamos que a linha Connected, especialmente com este novo modelo, independe das coleções da TAG Heuer. Nos permitiu alcançar novos públicos, sem dúvida. Muitos de nossos clientes são atraídos pelos recursos conectados, é claro. Levam um estilo de vida digital e têm conhecimento de tecnologia.

Mas o mais interessante é que a grande maioria que é apresentada à marca por meio dos smartwatches também se interessa por nossos relógios mecânicos. E o oposto também pode ser verdade: os clientes de relógios mecânicos que confiam na gente podem passar para o mundo digital sabendo que também encontrarão no TAG Heuer Connected a estética e os valores da marca, com os quais tanto se identificam.

A inovação é um pilar da marca?

Definitivamente. Somos uma relojoaria de vanguarda com 160 anos de existência. Buscamos inovação em todas as áreas de nossas atividades. Assim como continuamos a ultrapassar os limites da relojoaria mecânica, também sabemos que a tecnologia progride rapidamente. Por isso, continuaremos a trazer novidades para a linha Connected. E acredito que nossos clientes não esperam nada menos do que isso.



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Fonte: exame.abril.com.br