Isolamento: como ficam os passeios dos pets? – Especial Coronavírus – [Blog GigaOutlet]


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É importante manter os passeios, mas estes devem ser mais curtos e sem interação com outras pessoas

Foto: Bruna Aquino/GES-Especial


Muitas dúvidas pairam na mente das pessoas quando o assunto é a pandemia do coronavírus: como o vírus age no organismo, por que a transmissão se dissemina tão rapidamente e, claro, como se proteger da Covid-19. Mas e como ficam nossos animais de estimação em uma época em que o isolamento é a arma contra o contágio? 

Como nossa reportagem já abordou há algum tempo, os animais não transmitem coronavírus ao ser humano: o tipo de vírus que acomete os bichos é diferente do Sars-Cov-2, causador da Covid-19, de acordo com o professor da Ulbra Celso Pianta, médico veterinário especialista em microbiologia e saúde pública veterinária. “Os coronavírus em animais, mais especificamente em cães, gatos e bovinos, se manifestam de maneira diferente: tradicionalmente são casos de diarreia leve ou
moderada, que duram em média três dias.”

Segundo a Organização Mundial de Saúde Animal, ainda não se sabe se há a possibilidade de os pets serem vetores de transmissão. Testes ainda estão sendo realizados para determinar se os animais podem ou não ser uma fonte de disseminação do coronavírus que acomete o homem. 

E como proceder com os passeios? Os animais de estimação não entendem o período que estamos passando e, para eles, tudo segue seu ritmo normal. Por isso, é indispensável que os passeios continuem, mas com os devidos cuidados: saídas mais rápidas e sem interação com outras pessoas é o que indica o Conselho Federal de Medicina Veterinária. 

O que se sabe, de fato, é que o vírus fica nas superfícies por períodos de tempo diferentes, dependendo do material, e durante o passeio o cão ou gato podem trazer alguma coisa contaminada para dentro de casa e, por isso, limpar as patinhas é fundamental. Antes de entrar em casa ao voltar da rua, limpe as patas do animal com um pano úmido e ensaboado – mas cuidado para não deixá-las úmidas. Vale também limpar o focinho dos cães, que adoram cheirar de tudo durante uma voltinha.

E, claro, também valem os cuidados com a higiene do tutor. Na volta do passeio, é importante sempre lavar as mãos com água corrente e sabão e fazer uso do álcool 70% em gel.

Exemplo em casa






Peço licença a você, leitor, para compartilhar meu próprio exemplo. Tutora de um cão chamado Dudu – que, por sinal, é um poço de energia, tenho mantido o mesmo número de passeios: quatro ao dia. Porém, as caminhadas deram lugar a uma saída rápida para as necessidades (ele não faz nada dentro de casa) e logo voltamos para o lar. Em casa, brincadeiras com bolinhas e até contação de histórias tentam dar conta do recado.

E o cuidado com a higiene das patinhas começou há algum tempo. Dudu ficou uns dias hospedado na casa da Karen Ambrozi, uma anfitriã da DogHero em Porto Alegre. Carinhosa e atenta à situação, ela iniciou o trabalho de limpar as patas dele assim que chegavam do passeio. “Diluímos em bastante água uma tampinha de desinfetante. Na volto do passeio, torço um paninho e passo nas patinhas. Ele até já sabe: quando voltamos do passeio, espera eu pegar o pano”, contou-me Karen durante a estadia do meu filho canino. E o ritual continua. Agora, eu sempre deixo um pano úmido na porta de casa e, ao chegarmos, borrifo uma solução de água e água sanitária no pano e assim higienizo as quatro patas do Dudu, sempre cuidando para não deixar nenhuma úmida.

Brincadeiras garantem o bem-estar




A maioria dos cães não resiste a uma bolinha

Foto: Divulgação


Animais que estejam acostumados a fazer passeios mais longos podem sentir os efeitos da redução e tendem a ficar mais tristes. Para evitar que isso aconteça, brinque com seu pet. Listamos brincadeiras que farão seu AUmigo esquecer da rua e aproveitar o tempo com você.

Bolinha: A regra é simples: jogar a bolinha e esperar o amigão trazê-la de volta. Quanto mais longe jogar, mais energia o animal gasta. Essa atividade estimula os instintos do pet e aproxima você dele, uma vez que ele traz a bola de volta para que você a arremesse novamente. A bolinha deve ser de tamanho médio e pode ser substituída por outros objetos que o pet goste, como algum brinquedo preferido. O problema é que, muitas vezes, eles não devolvem e o que era pra ser um jogo de bola acaba sendo brincar de cabo de guerra. 

Cabo de guerra: Pegue uma corda e segure numa ponta. Você nem precisa dizer para o cachorro segurar do outro lado – ele vai correr para aproveitar ao máximo o tempo que você aguentar segurar. 

Esconde-esconde: Esta é uma ótima forma de aguçar a curiosidade do pet e estimular o olfato deles é se esconder atrás de uma porta ou algum móvel e chamar por ele, para que ele tenha o incentivo de te procurar. Quando ele te achar, dê algum petisco ou faça um carinho no seu amigo para que ele entenda que fez algo legal e que você ficou feliz por ele ter te encontrado.

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Fonte: www.diariodecanoas.com.br