Blog, Smart Watches & Eletronicos

Morador do Grande ABC precisa trabalhar 14 meses para ter novo iPhone – 19/11/2021 – [Blog GigaOutlet]


Acesse agora GigaOutlet e compre com desconto e frete grátis!

Quanto você pagaria por celular com tela de 6,7 polegadas, resolução de 2.778 x 1.284 pixels, 5G, conectividade wi-fi, GPS, leitor multimídia, videoconferência, bluetooth, câmera de 12 megapixels, com largura de 7,7 milímetros e só 240 gramas? E se este for o iPhone 13 Pro Max, da Apple. E se, ainda, acrescentar que ele aguenta armazenamento de 1 terabyte? O custo? Encontrado por até R$ 15,5 mil, o aparelho celular mais caro do Brasil atualmente. Até então o mais custoso chegava na casa dos R$ 14 mil.

Para ter um desses, e levando-se em consideração o valor do salário mínimo, de R$ 1,110, o morador do Grande ABC – e, claro, todos os outros brasileiro – precisará trabalhar 14 meses para ostentá-lo. Para efeito de comparação, na Austrália o trabalhador vai precisar de 12 dias de labuta para adquiri-lo, e, nos Estados Unidos, um mês.


Na lista de dez nações onde se despende mais para ter o iPhone 13, a nossa lidera, à frente de Índia (R$ 13.198), Suécia (R$ 12.531), Turquia (R$ 12.466), Noruega (R$ 12.146), Rússia (R$ 12.036), Dinamarca (R$ 11.858), República Tcheca (R$ 11.655), Itália (R$ 11.607) e Hungria (R$ 11.548). País onde o custo é menor para o produto, nos Estados Unidos paga-se R$ 8.700.

É o que aponta levantamento feito pelo site de descontos CupomValido.com.br, com dados da Statista, companhia alemã especializada em dados de mercado e consumidores, e a Nukeni, portal global de comparação de preços. Foram compilados os valores em lojas oficiais da Apple.

É por aqui também onde os produtos da marca Apple, como o próprio iPhone, o iPad, iMac, AirPods e Mackbooks, são os mais caros do planeta, em todas as configurações, desde a menor armazenagem até a maior. Até países da América do Sul têm preços menores que no Brasil.

E o mais impressionate, de acordo com o CupomValido.com.br, é que se considerar o produto mais caro da Apple, o Macbook Pro 16 polegadas 10×32 Core, 32 GB RAM, 1TB SSD, no valor de R$ 45.499, o pobre do brasileiro que ganha um mínimo vai precisar trabalhar por quatro anos. E isso se não tiver outros gastos.

Dois fatores podem explicar a disparidade de preços aqui e lá fora. O primeiro são os impostos, porque aproximadamente 40% do valor de um iPhone são somente para pagar a carga tributária cobrada no País, em diversos impostos, como, por exemplo, IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), imposto de importação, PIS (Programa de Integração Social ), Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social) e ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços).


O segundo é o preço do dólar, que vem em tendência de alta desde o ano passado, cenário piorado ainda mais devido à desvalorização do real no último ano, de mais de 40%, o que faz com que produtos importados encareçam ainda mais.

Ainda assim a marca mantém público fiel, uma vez que 14% de todos os celulares vendidos são do sistema operacional da empresa, o iOS. Os números fazem do iPhone responsável por 48% do total da receita da empresa, seguido pelos wearable, que são os relógios, fones de ouvido e acessórios. Somente a venda do AirPod, que é o fone de ouvido sem fio da marca, é maior do que o faturamento de companhias como Spotify, Twitter, Snapchat e Shopify juntas, o que ajuda a tornar a empresa a mais vliosa do mundo, com valor de aproximadamente R$ 408 bilhões.  


Acesse agora GigaOutlet e compre com desconto e frete grátis!


Fonte: www.dgabc.com.br |

Related Posts