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obesidade diminui expectativa de vida – [Blog GigaOutlet]


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Má alimentação, sedentarismo e excesso de petiscos são alguns dos fatores que podem contribuir para o desenvolvimento da obesidade, doença que atinge cerca de 10% da população brasileira, ou seja, aproximadamente 27 milhões de pessoas. Mas não são apenas os humanos que sofrem com o acúmulo de gordura corporal – os pets também podem enfrentar esse tipo de problema. 

Em humanos e em gatos, a obesidade é fator predisponente ao desenvolvimento de Diabetes Mellitus. No Brasil, cerca de 25% a 40% dos pets estão obesos ou com sobrepeso. Os animais adultos e idosos são os que mais sofrem com essa doença.

“Muitas vezes o dono fica sensibilizado quando o pet fica pedindo comida na hora de alguma refeição como almoço ou jantar e acaba oferecendo algo que não é indicado para ele, que mesmo em pequenas quantidades, pode contribuir para o excesso de peso”, explica Fernanda Cioffetti, médica-veterinária. Algumas substâncias presentes na comida humana não são sintetizadas pelo organismo dos animais, podendo inclusive resultar  em intoxicações.

Como prevenir o excesso de peso dos pets?

O ideal é que a alimentação dos pets seja equilibrada e de acordo com o nível de atividade física, idade e porte do animal, sempre seguindo as recomendações de um especialista, que podem inclusive formular uma dieta de acordo com as necessidades individuais de cada animal, como no caso da alimentação natural. 

“Até os petiscos merecem atenção, pois mesmo que sejam produzidos especificamente para os pets, muitos tutores acabam dando uma quantidade maior do que aquela recomendada”, ressalta Fernanda.

Outro ponto importante no combate à obesidade é o sedentarismo Se os donos dos pets são sedentários, as chances de que eles sofram com esse mesmo problema, se tornam ainda maior. “O ideal é praticar atividades que façam com que os animais se movimentem, como jogar algum brinquedo para eles irem atrás e sempre levá-los para passeio por um tempo que pode variar entre 15 e 30 minutos”, diz a veterinária.

Atenção aos animais castrados

Além da alimentação e do sedentarismo, alguns animais podem ter um ganho maior de peso após a  castração, por ficarem menos ativos.

No entanto, a castração não deve ser vista como algo negativo por conta desse fator, já que é fundamental para o controle populacional e para evitar infecções e tumores. “Aumentando a frequência de atividades físicas e  brincadeiras com o pet e cuidando da alimentação, o problema é minimizado”, destaca Fernanda.

A obesidade ainda pode resultar em outros problemas de saúde que vão além do sobrepeso dos pets, como diabetes, problemas de pele, doenças pulmonares, maior risco em anestesias, problemas respiratórios e cardíacos. Além disso, a expectativa de vida dos animais obesos é reduzida, aproximadamente, em dois anos.

Como identificar a obesidade em cães e gatos

Muitos tutores acabam tendo dificuldade em reconhecer se o pet está sofrendo com a obesidade. Alguns sinais podem ajudar na confirmação do diagnóstico, como por exemplo, se o cão que antes subia no sofá com facilidade tiver dificuldade e pedir para alguém subi-lo, quando o gato não consegue mais lamber o próprio pêlo ou ainda quando os animais apresentam dificuldade de locomoção devido ao excesso de peso corporal.

“Por isso é importante que sejam feitas com frequência avaliações periódicas como o Escore de Condição Corporal (ECC), em que  as características corporais dos animais são avaliadas”, afirma Fernanda. 


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Fonte: bellamais.correiodopovo.com.br |

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