para que servem os relógios inteligentes? – [Blog GigaOutlet]


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Nos dias atuais, é muito comum que as pessoas utilizem diversos aparelhos eletrônicos para facilitar a sua vida, sendo que alguns têm funções bastante óbvias, mas outros nem tanto. Por exemplo, muitas pessoas não sabem exatamente a razão para ter um smartwatch, sendo que smartphones já cobrem boa parte de suas funções. Respondemos essa e outras perguntas a seguir.

A ideia de um relógio que serve pra mais coisas além de mostrar as horas não é particularmente nova, já que há algumas décadas era comum encontrar modelos que uniam o acessório e calculadora. Mesmo com esses modelos que flertavam com a ideia de programar sua agenda diretamente no pulso já no mercado, o primeiro smartwatch de verdade foi surgir somente em 1998, quando a Seiko lançou o Ruputer.

O relógio inteligente não tinha tela sensível ao toque, precisava de um pequenino joystick para selecionar as opções, que eram bem limitadas, como acessar números de contato e um simples jogo. Além disso, ele era capaz de se comunicar com outros aparelhos através de uma porta de sinal infravermelho.

O lançamento do Ruputer ajudou a popularizar ou, pelo menos, moldar a ideia do que seria um smartwatch, com modelos variados chegando ao mercado ao longo dos anos, mas sem adesão pesada do grande público.

A chegada do relógio da maçãzinha

As coisas começaram a mudar em 2014, quando a Apple anunciou a primeira geração do Apple Watch. Nos meses antes do lançamento, parte do público não acreditava muito no potencial do smartwatch, repetindo o comportamento mostrado depois do anúncio do iPad.

Smartwatch Apple Watch
Divulgação/Apple

O relógio inteligente da Apple chegou às lojas no mesmo ano e fez sucesso, mostrando uma integração até então apenas sonhada com smartphones, principalmente iPhones. Essa aceitação fez com que outras empresas começassem a desenvolver seus próprios modelos, utilizando sistemas operacionais próprios, como é o caso do Tizen OS, da Samsung, ou uma versão do Android chamado Wear OS.

A popularização do smartwatch da China

Empresas como a Xiaomi investiram pesado na produção de modelos de smartwatches para diferentes públicos, mas que logo caíram no gosto dos consumidores. Modelos como o Amazfit Verge contam com diversas funções que vão de ler mensagens do seu smartphone, receber notificações, monitorar suas atividades diárias, acompanhar batimentos cardíacos do usuário, entre outros.

Divulgacão/Xiaomi

É interessante comentar que smartbands, como a Mi Band, não deixam de ser um tipo de smartwatch, já que apresentam funções similares, mas são mais simples e precisam de constante conexão com smartphones, enquanto smartwatches podem ser mais independentes, apesar de sua razão de ser acabe sendo facilitar o acesso de informações encontradas no seu smartphone.

Obviamente, existem modelos completamente independentes, como o Kospet Hope 4G, que inclusive traz entrada para eSIM, permitindo que você até realize chamadas telefônicas diretamente do smartwatch.

Um facilitador cheio de estilo

Em resumo, smartwatches servem como uma forma de facilitar o acesso de informações, geralmente presentes no seu smartwatch, sem a necessidade de tirar o telefone do bolso. Caso você realmente precise desse acesso rápido, além de gostar um relógio com estilo personalizável, a compra de um smartwatch pode realmente ajudar no seu dia a dia.

Kospet Hope 4G Smartwatch
Divulgação/Kospet

A escolha do modelo depende totalmente do tipo de atividade que você está acostumado a realizar, além de ser uma boa ideia analisar reviews, sejam escritos ou em vídeo, que mostram exatamente como é o aparelho em uso.

Em breve, você poderá dar uma olhada aqui no The Shoppers para saber mais sobre modelos específicos, portanto, fique de olho aqui no site.


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Fonte: theshoppers.com