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Quais os sistemas operacionais disponíveis para celular? | Sua Casa Mais Tech – [Blog GigaOutlet]


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Ainda que existam algumas iniciativas independentes, a imensa maioria das pessoas que utiliza um smartphone, hoje em dia, desliza os dedos em dois sistemas operacionais: o iOS, que controla os iPhones da Apple, ou o Android, desenvolvido pelo Google e usado em aparelhos Samsung, Motorola, Xiaomi, Asus, Nokia, Realme, entre outras marcas.

E tem muita diferença? Quem tem iPhone consegue mudar para um celular com Android ou vai apanhar do sistema operacional? O Shoptime fala um pouco sobre isso a seguir.

Depois de muita evolução, os dois sistemas chegaram a formatos muito similares e com recursos parecidos, muitas vezes, copiando um ao outro. Os dois têm atualizações constantes e favorecem a experiência do dia a dia, com destaque para alguns tipos de aplicativos e opções para decidir quais notificações receber ou não.

Atualmente, não há dúvida que um usuário comum se adaptaria em poucas horas ao trocar de plataforma. Mas ainda existem diferenças importantes.

Diferenças na usabilidade

O Android oferece mais possibilidades de customizar aparência e funcionalidades, um dos pontos fortes da plataforma do Google. É possível alterar fontes, destacar widgets (relógio, calendário, previsão do tempo, notícias, etc.), reunir os aplicativos em grupos ou retirá-los das telas principais.

Como o Android foi desenvolvido como código aberto, cada fabricante personaliza a plataforma com layout próprio e diferentes acréscimos, para uma experiência singular para seus aparelhos. Assim, há marcas que optam por um sistema operacional mais próximo do original, enquanto outras acrescentam dezenas de apps e recursos.

O iOS, por sua vez, tem mais restrições a customização e também a papéis de parede animados, que gastam mais bateria. Ainda assim, a Apple incluiu os widgets na experiência, permitindo que o usuário destaque informações como previsão do tempo, agenda, notícias e conteúdos de outros apps. Os aplicativos podem ser buscados em uma biblioteca ou na lista em ordem alfabética.

Da mesma forma que no Android, há um menu de controle e lista de notificações, quando se desliza do alto da tela, ou a visualização dos apps abertos, deslizando de baixo para cima.

Ao limitar mais modificações na usabilidade, o iOS mantém o design elegante e intuitivo, para que o usuário, iniciante ou experiente, preocupe-se mais com a experiência completa do iPhone.

Uma das vantagens para quem tem iPhone é a conectividade com dispositivos da própria Apple sem esforços de configuração. O ecossistema tem benefícios, acessos e facilidades que não são possíveis com outros celulares: a integração total com Apple Watch e com os fones AirPods, atender chamadas, responder mensagens ou trabalhar com o mesmo arquivo em um iPhone, iPad, um computador de mesa da marca ou um Macbook.

Por outro lado, o Android abre vantagem na liberdade e nas possibilidades, na conexão com dispositivos variados e no universo de aplicativos criados para a loja do Google.

Samsung e Xiaomi, por exemplo, também oferecem um ecossistema de diversas oportunidades, com smartwatch, fones de ouvido, eletrônicos e eletrodomésticos que operam com mais facilidade com celulares das próprias marcas, sem excluir os concorrentes.

Na questão da segurança e privacidade, ambos evoluíram bastante. Mas a Apple ainda prima por acrescentar mais camadas de segurança em seus aparelhos. Os iPhones são claramente mais difíceis de burlar ou de reconfigurar quando roubados, por exemplo.

Nas atualizações, o Android vem melhorando sua distribuição nos últimos anos. As melhorias nas versões chegam mais rapidamente e atingem um maior número de aparelhos.

Porém, como o Android está presente em diversos modelos de diferentes marcas, com personalizações e layouts distintos, os fabricantes demoram mais para fazer os updates. Com isso, os celulares básicos e intermediários não costumam receber mais do que duas ou três atualizações do sistema completo.

A Apple fica à frente nessa questão porque só precisa atualizar o iPhone, basicamente a mesma construção de aparelho em diferentes tamanhos. Assim, os updates são liberados para todos os modelos elegíveis ao mesmo tempo e costumam chegar a celulares de quatro, cinco ou até seis anos após seu lançamento.

A empresa chinesa Huawei acabou por lançar seu próprio sistema operacional, o HarmonyOS, depois que sanções americanas a privaram de usar o Android em seus aparelhos. A plataforma tem usabilidade bem parecida com o sistema do Google, porém, sem os serviços e aplicativos da companhia, como Google Maps, Gmail e YouTube.

Há outros sistemas operacionais, como o LineageOS, de código aberto baseado no Android puro e desenvolvido para atualizar smartphones mais antigos, que perderam suporte dos fabricantes; o /e/ e o GrapheneOS, ambos também baseados no Android, porém que querem tirar o usuário do ecossistema do Google, com foco na privacidade do usuário.

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Fonte: www.techtudo.com.br |

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